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Eu me sinto estranho, eu sou estranho pra caralho

2020.10.20 03:53 Control-Much Eu me sinto estranho, eu sou estranho pra caralho

Geralmente eu não sou um cara de pedir auto-ajuda, sinceramente esse é meu primeiro post aqui no Reddit, (acredito que já lurkei o suficiente) a real é que eu fui abusado pela amante do meu pai bem novo. (ela tinha 24 e eu tinha 8) isso se perpétuo até meus 13 eu acho com isso a infame desgraçada além de enfiar o dedo no meu rabo conseguiu me transformar em um garoto bem introvertido e quieto, logo, um punheteiro bem novo ela conseguiu me “depravar” bem novo fazendo eu me tornar uma batata social que vivia em função de realizar os desejos pedófilos dela, na real é que eu me sinto culpado por gostar disso além dela ser amante do meu pai e morar na minha casa como se fosse filha da minha mãe (ela simplesmente agiu como santa para ser acolhida pela minha mãe, a mesma tratava ela como minha irmã) logo isso me fez desenvolver vários problemas como fobia social e problemas de insônia pós ela fazia questão de me “felar” a noite assim quando bem entendia, eu geralmente falava não e que ela não podia fazer aquilo comigo então ela tampava minha boca com a mão e continuava.
A longo prazo isso me ferrou de diversas formas tanto nos meus relacionamentos, quanto na vida social e profissional. Além deu ter ereções aleatórias, isso não parou nem depois da puberdade. Eu sou um viciado em pornografia e sexualizo coisas simplesmente não saudáveis, claramente minha mente se tornou perturbada depois daquilo, mas eu nunca desenvolvi um quandro mais sério quando eu era novo, não comparando do que eu desenvolvi uns anos para cá.
Bom, assim que eu cheguei nos 14 e arrumei minha primeira namorada é que eu tive uma epifania, a primeira é que minha vó é uma arrombada (ela simplesmente impatou a minha primeira foda porque minha mãe pos ela de babá para não deixar eu meter o boneco na menina, depois que minha vó expulsou ela da minha casa logo depois essa garota terminou comigo) a segunda é que minha vida não tinha muito sentido as pessoas me usavam para ter o que elas queriam seja prazer momentâneo, objetos, serviços ou apóio moral e logo depois me descartam como um trapo velho, isso tudo veio junto com a morte do meu tio com 42 facadas na barriga, querendo ou não meu tio além de um grande cheirador de coca, era um dos meus melhores amigos (Ele me mostrou jogos online, lan houses, amigos, e cuidava de mim verdadeiramente sem pedir nada em troca além de um dinheiro para ele comprar um saquinho da fininha as vezes) Ele simplesmente curou minha fobia social e fez eu ter a infância que eu tinha perdido por ser um escravo sexual sem amigos de uma deposito imunda que nunca se importou comigo.
Assim que ele morreu meu mundo desabou foi a primeira experiência com a morte que eu tive, logo de alguém tão próximo, isso me quebrou de diversas formas.
Com isso veio a inevitável depressão eu literalmente só existia para um propósito merda, eu comecei a fumar cigarro para passar a ansiedade bem novo com 15 eu já fumava os “diversos” aquilo me trazia a sensação de leveza, mesmo que fosse uma paz momentânea, era como se meu cérebro parasse de “autistar” (eu sou hiperativo) mesmo eu queimando cada sinapse cerebral que eu tinha, aquele amargo na boca me deixava calmo.
Meu vício e depressão perduraram até um webnamoro merda que eu tive em que eu acreditava que era a “garota perfeita” pura ilusão de um emocionado eu realmente pensei que eu poderia vê-la, ter uma família com ela, conseguir consertar as merdas que eu fiz para mim mesmo e começar a amar o falo ambulante que as pessoas acham que eu sou, eu simplesmente dei tudo para ela e durante os primeiros 7 meses foi tudo ok, era muito amor e muita consideração minha, pois eu sou um cara muito “good guy”, ela tinha uma depressão bem forte por conta do pai abusivo e da mãe ausente (o pai dela é pastor e espanca os filhos, fica bêbado, vive na degeneração, bolsominion) esses pontos que geraram uma “femcel” esquerdista e bissexual.
Ela era fofa, eu achava que estava apaixonado, mas como todos os meus namoros ela só meu usou porque não tinha nada melhor. E me trocou por um ex paulista “femboy” que exigia nudes dela e a travata como lixo, simplesmente eu me sentia muito culpado, pois eu tinha me iludido em algo que claramente não tinha futuro, mas eu sou extremamente carente então o melhor encantamento para me levar no bolso é dizer que me ama, independentemente da circunstância, literalmente ela dizia coisas para eu me sentir horrível comigo mesmo e logo depois dizia que me amava, eu me sentia abraçando um cactu mesmo que não fosse de “verdade” era a primeira vez que alguém falava que me amava, eu entrei em pânico, mesmo eu sabendo cada segundo que aquilo não era o certo a se fazer e eu estava regredindo.
Querendo ou não ela me ajudou a superar uma fase da minha vida, mas eu nunca parei de me sentir um objeto. Na real eu ainda tive mais certezas disso eu simplesmente sou um dildo de plástico que estou na gaveta para quando elas não têm ninguém. (não eu não me considero bonito, longe disso eu to mais para brasileiro morador de periferia padrão)
Logo depois disso eu quis adiar o problema e começar a sair mais com meus colegas e meu primo começou a morar aqui por volta de 3 meses foi tudo tranquilo até que fomos num “hokah” (buteco adolescente) nós juntamos lá, eu comecei a beber até que perdi a inibição e comecei a ir em toda mulher que eu via pela frente igual um macaco, a primeira me achou simpático e me puxou pro canto quando tudo já ia dar certo um colega me barrou dizendo que ela já tinha “dono”, eu ri e meti um “a gente divide, né pae” meu colega riu muito, por ele conhecer ela a mais tempo eu decidi não “profita-la”, mesmo com ele não conseguindo pegar ela depois, por pura consideração pelo cara, eu fui em outras 6 depois dessa e tomei fora de todas e ganhei um apelido de 7.
Na real é que as garotas agora me viam como uma piada que está lá para quando inflar o ego delas para quando elas precisam, tradução literal: “esquento para um babaca com grana comer”. Esse foi um dos momentos mais WTF possíveis na minha vida se não fosse a briga com meu primo que rolou depois. Ele ouviu o que eu tinha comentado com o meu colega e como as pessoas gostam de me oprimir inventaram uma história vergonhosa sobre meus foras para parecer herói na frente no irmão do meu melhor amigo, e como o resto dos meus amigos de infância babam o ovo do meu primo eles literalmente concordaram com ele criando 3 histórias diferentes do ocorrido literalmente forçando que eles eram “os heróis que salvaram o pequeno betinha de ser cobrado na saida do butequinho”, além do meu primo viver se achando o bonzão ele era um gigolô da porra em casa e só aproveitava não dando uma foda para minha mãe, sendo que ela fazia das tripas coração pro arrombado ele nunca tratou ela do jeito que ela merecia, eu cobrei a mentira que ele inventou e simplesmente fui contra toda a minha rodinha de amigos sendo fraco e falho.
Eu não deixei ele falar toda aquela merda sem ter penalidades, mesmo implorando para ele parar de falar e párarmos de discutir, ele veio para cima eu dei um no queixo e na orelha.
Foi o suficiente para deixá-lo katinguelê, então ele me ameaçou de pegar uma faca para mim, então eu quebrei uma bacia de vidro e com a mão e com os cacos sagrando na minha mão eu falei “tu meu irmão, que viveu a vida toda comigo, vai me furar, na nossa casa, com a nossa família aqui, NA MINHA CASA?”. Além de jogar umas coisas na cara dele porque ele merecia.
Foi o suficiente para minha mãe expulsar ele de casa, meus amigos acharam que eu armei para ele e a pessoa que literalmente passou 16 anos da vida ao meu lado meu melhor amigo chupou o ovo do meu primo, vendo tudo que ele diz como verdade absoluta.
Mais cedo ou mais tarde íamos brigar eu acabei de brigar com outra pessoa que viveu a vida toda ao meu lado, isso para mim, é frustrante porque literalmente eu sou dependente de toda emoção positiva que as pessoas têm por mim, ele usou o argumento que eu sou “mimado” por não ter nada da forma que eu quero, mesmo eu saindo errado em tudo quase sempre. Esse argumento ele valida falando que “eu tive tudo na vida agora não aguento perder”, eu esqueci de falar que a amante do meu pai antes de ser pega pela minha mãe roubou todo o dinheiro do meu pai e sumiu do mapa.
Meu pai trabalha no comércio então com a crise, inflação, copa do mundo, carnaval e covid. A gente sempre passa um aperto aqui e alí.
Eu simplesmente sou muito sensível a essa merda eu não sei porque esse padrão aleatório de merda me segue e eu não consigo ser feliz, ou do porque eu me importar com isso.
¹Edit: eu comecei a gostar de trans então a tampa do bueiro leva ao esgoto, por isso eu to aqui. ²Edit: eu me sinto sozinho e vulnerável ³Edit: eu sinto que a minha solução seria uma pessoa que sofreu tanto quanto eu para me entender verdadeiramente. ⁴Edit: esse post é frescurento para um caralho, pois eu sou horrível contando algo então essa merda parece pura frescura, mas foi traumático cada segundo ⁵Edit: apanhei para caralho na escola quando era muleque por ser esquisito ⁶Edit: minha irmã não me suportar e tentou me matar usando um iPhone 6 plus, ela quebrou ele na minha cabeça 8 (pontos). ⁷Edit: tentei me matar usando cabo de extensão no box do banheiro e pulando de uma cachoeira.
⁸Edit: é minha primeira vez sendo op aqui, não tenho muito experiência.
Also, acho que embananei essa porra para caralho e não cheguei em lugar nenhum, mas eu precisava de um lugar para postar essa merda sem polimentos com esses pensamentos abstratos antes que eu comece a chorar pelo quão random essa merda de vida é.
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2020.08.30 22:04 mixdixx família abusiva

Eu tô muito indignada com minha família. Desde que comecei a namorar (é meu primeiro namoro sério, estou quase noivando) comecei a perceber os comportamentos abusivos dos que moram comigo.
Começando que eu filha do meio, tenho 18 anos, meu irmão tem 21 e minha irmã 11, eu sou a que faz mais de 70% dos serviços diários domésticos, literalmente lavo a louça todo santo dia e nunca vi meu irmão lavar a não ser que eu tivesse morrendo (não deve ter acontecido mais de 2 vezes) e minha irmã de 11 é filha do meu padrasto isso a torna protegida de todos caso mandem ela fazer algo.
Contando que meu padrasto é o cara mais chato que eu conheço (eu não sou adolescente revoltadinha que não se conforma só porque é padrasto) eu sou na minha, mas ele pega muito no meu pé, me proíbe de sair pra casa das minhas amigas, não posso trazer meu namorado em casa, não posso dormir no meu quarto porquê ele dorme lá de propósito pra eu não poder, teve épocas que eu não podia carregar meu celular em casa, eu levava nos meus amigos pra pegar uma carga e voltar pra casa, meus irmãos perceberam e já falaram pra minha mãe que não é justo, porquê é realmente só comigo, ela só diz que é o jeito dele e devo respeitar.
Minha vó diz todo dia que sou gorda, que não sou moça por causa da minha cintura, que meu namorado vai me largar por isso e isso me machuca, faz mais de 8 anos essa rotina. Eu sempre percebi como é ruim, mas antes só aceitava.
Agora que meu namorado está comigo, me ajuda e me mostra como tudo isso me faz mal, todo esse ambiente já me fez desenvolver um ansiedade muito ruim, meus dedos estão frequentemente machucados, baixa auto estima de não conseguir tirar fotos e solidão extrema interna. Sempre fui sozinha e me senti assim.
Eu e meu namorado vamos fazer 6 meses em setembro, pedi pra minha mãe me deixar ir à praia com ele, eu dormiria lá e voltaria de manhã no outro dia, ela não pagaria nada, reforçando que tenho 18 anos, não trabalho ainda, ela não deixou. Disse que minha vó só pensa em besteira e vai gritar na cabeça dela, minha vó está sempre gritando com todo mundo (acho que ela tem problemas mentais reais).
Eu tenho que me privar sempre de tudo por causa da minha família, isso tem me deixado muito revoltada, apesar que não grito, não xingo, nem nada do tipo, eu geralmente só aceito e guardo. Eu não sei se devo parar de me importar com todos aqui e começar a viver minha vida ou espero até um milagre acontecer e eles mudarem. Estou cansada real.
Meu namorado é a melhor pessoa que já conheci, tenho certeza que estarei casada com ele em menos de 2 anos, ele me ajudou muito nas questões de culpas que eu sentia por minha família (eu achava que se eu achasse ruim com eles pelas coisas que faziam, era culpa minha) me ajudou a me aceitar e a melhorar minha alto estima e eu queria muito que nossos 6 meses fossem muito especiais. Eu nunca fui a praia e ir com ele seria muito incrível.
Por fim eu não sei se continuo me privando pra não brigar com eles, ou começo a viver de forma que me faça feliz.
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